ORGANIZAÇÕES OFICIAIS


Global: World Health Organization's fact sheet on mobile phones


Global: International Commission on Non Ionising Radiation Protection (ICNIRP)


USA: Federal Communications Commission's (FCC) fact sheet on SAR For Cell Phones: What It Means For You


USA: Federal Communications Commission's (FCC) fact sheet on Wireless Devices and Health Concerns


USA: Federal Communications Commission's (FCC) FAQs on Wireless Phone Safety


USA: Food and Drug Administration's (FDA) fact sheet on cell phones and health


UK: Public Health England’s (PHE) Research and analysis: Radio frequency electromagnetic fields: health effects


UK: The Mobile Telecommunications and Health Research (MTHR) Programme


Australia: Australian Radiation Protection and Nuclear Safety Agency's (ARPANSA) position statement on mobile telephones and health effects


Europe: European Commission's Scientific Committee on Emerging and Newly Identified Health Risks (SCENIHR)


2014 CANADÁ

Relatório do painel da Royal Society of Canada Expert sobre A Review of Safety Code 6 (2013): Limites Seguros de Exposição a Campos de Radiofrequência de Saúde do Canadá
Estudos disponíveis sugerem que as restrições básicas recomendadas no Safety Code 6 fornecem proteção adequada contra os efeitos adversos conhecidos à saúde em toda gama de radiofrequência.


SUÉCIA

Pesquisa recente sobre CEM e Riscos de Saúde do Scientific Council of Swedish Radiation Safety Authority (SSM), Nono relatório do Conselho de Campos Magnéticos do SSM, 2014

Em concordância com estudos anteriores, novas pesquisas não indicam nenhum risco de saúde para o público geral relacionado à exposição a campos eletromagnéticos de radiofrequência de estações base para redes wireless, transmissores de rádio e TV, ou redes de dado wireless locais em escolas ou domicílios.


REINO UNIDO

Biological Effects Policy Advisory Group (BEPAG), UK Institution of Engineering and Technology (IET) - Existem efeitos biológicos nocivos de campos eletromagnéticos de baixo nível em frequências de até 300 GHz?, Institution of Engineering and Technology (IET), maio de 2014

O BEPAG concluiu neste relatório que o balanço de evidências científicas até hoje não indica que efeitos nocivos aconteçam em humanos devido à exposição a CEM de baixo nível. Nosso exame da literatura revisada publicada nos últimos dois anos não justificou uma mudança nas conclusões gerais publicadas no nosso relatório anterior, em maio de 2012.
Public Health Enganld for the Mobile Telecommunications and Health Research Programme Management Committee, Mobile Telecommunications and Health Research Programme (MTHR): Relatório 2012


INTERNACIONAL
International Agency for Research of Cancer (IARC), Relatório Mundial de Câncer 2014

As tendências temporais na incidência de glioma com base em países nórdicos e nos EUA excluem qualquer aumento na incidência que possa ser causado pelo uso de telefones celulares, ainda que em relação a um período relativamente curto do início da exposição. Nenhuma associação foi observada entre o uso de celulares e outros tipos de câncer.


2013 REGIÃO NÓRDICA
Exposição de telefones celulares, estações base e redes wireless - Uma declaração das autoridades nórdicas de segurança de radiação

Os dados gerais publicados na literatura científica até hoje não mostram efeitos adversos à saúde pela exposição de campos eletromagnéticos de radiofrequência abaixo das normas ou limites adotados em países nórdicos. No entanto, estudos epidemológicos sobre a exposição a ondas de rádio de telefones celulares em longo prazo ainda são limitados, especialmente estudos com crianças e adolescentes.Dado que a exposição do público geral, incluindo crianças, a ondas de rádio das redes wireless locais e estações base está muito abaixo dos limites de exposição, não há necessidade de limitar ainda mais a exposição dessas fontes de ondas de rádio.

Exposição de telefones celulares


Em maio de 2011, a International Agency for Research on Cancer (IARC) (&) decidiu classificar os campos eletromagnéticos de radiofrequência como possivelmente cancerígenos para humanos. Essa classificação foi baseada, principalmente, nos resultados de alguns estudos epidemológicos que indicam um risco elevado de câncer de cérebro entre usuários adultos de telefones celulares. Desde 2011, uma série de estudos epidemológicos sobre o uso de celulares e o risco de tumores cerebrais e outros tumores da cabeça foram publicados. Os dados gerais sobre tumor cerebral e o uso de telefones celulares não mostram um efeito no risco de tumores. (&) É muito cedo para tirar conclusões concretas sobre o risco de tumores cerebrais em crianças e adolescentes, mas a literatura disponível até hoje não mostra um aumento do risco. A exposição de transmissores de estações base e de redes wireless locais (&) Pesquisas recentes mostram que, apesar do rápido aumento de aplicações usando a tecnologia wireless, o nível de exposição a ondas de rádio em áreas públicas ao ar livre, bem como em escolas, escritórios e habitações está bem abaixo dos limites de exposição.


HOLANDA

Health Council of the Netherlands - Telefones celulares e câncer. Parte 1: Epidemologia de tumores na cabeça. The Hague: Health Council of the Netherlands, 2013; publicação nº 2013/11

A conclusão final desta análise sistemática é: não há evidência clara e consistente de aumento no risco de tumores no cérebro e em outras regiões da cabeça em associação com aproximadamente 13 anos de uso de telefone celular, mas tal risco também não pode ser excluído. Não é possível pronunciar-se sobre o uso em longo prazo.

SUÉCIA
Scientific Council of Swedish Radiation Safety Authority (SSM) - Pesquisa recente sobre CEM e Riscos de Saúde, Oitavo relatório do Conselho de Campos Eletromagnéticos do SSM, 2013
Subsequente ao último relatório publicado pelo Conselho, em 2010, a IARC classificou, em 2011, os campos eletromagnéticos de radiofrequência (RF) como possivelmente cancerígenos a humanos (Grupo 2B), com base em um aumento no risco de glioma e neuroma acústico (schwannoma vestibular) associado ao uso de telefones wireless. Desde então, vários estudos epidemológicos sobre o uso de telefones celulares e o risco de tumores cerebrais e outros tumores da cabeça (schwannomas vestibulares, glândulas salivares) foram publicados. O conjunto desses estudos, junto às estatísticas nacionais de incidência de câncer de diferentes países, não foram convincentes na relação entre o uso de telefones celulares e a ocorrência de gliomas ou outros tumores da cabeça em adultos. Apesar de estudos recentes cobrirem períodos mais longos de exposição, a incerteza científica se mantém sobre o uso regular de celulares por um período maior do que 13 a 15 anos. Também é muito cedo para tirar conclusões firmes sobre crianças e adolescentes e o risco de tumores cerebrais, mas a literatura disponível até hoje não indica um aumento do risco. Pesquisas recentes sobre a exposição de transmissores têm focado em câncer e sintomas, usando modelos de estudo melhorados. Estes novos dados não indicam riscos de saúde ao público geral relacionados à exposição a campos eletromagnéticos de radiofrequência de estações base de telefonia móvel, transmissores de rádio e TV, ou redes de dados locais wireless em casa ou em escolas.